quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Olá, hospitaleiros

 
Victor Santos

Olá, hospitaleiros

 
Victor Santos 

Olá, hospitaleiros

Use mais a sua
 
Victor Santos 

Olá hospitaleiros...

Como já foi dito aqui no blog, é muito importante a hospitalidade na escola. Quando pensamos em fazer um texto sobre esse assunto, pensamos logo nos professores.
Eu não tenho o que reclamar dos meus, sempre me ensinaram e foram éticos no seu trabalho, porém, devo ressaltar, que alguns professores marcam nossas vidas, seja ele o mais rígido ou o mais tranquilo, professor é o jardim dos sonhos, nos fazem plantar e nos ajudam a cultivar.
Aluno que gosta do professor, que o professor trata bem, aprende mais, faz a aula ficar mais produtiva, independente da matéria.
Na minha escola, eu tenho a sorte de possuir não apenas professores, mas amigos, que me ajudam não só nos problemas envolvendo a matéria, e também em diversas dificuldades.
Ajudar, tratar bem, se importar, se sentir importante... Bem hospitaleiro, não é?
Um bom exemplo de professores meus: "A Flávia de geografia" (Tia Frá), nossa conselheira e organizadora cultural da escola, se preocupa, e ajuda no que pode, "O Marcelo de socio", o professor que fica triste quando a sala vai mal, e até se culpa, o professor que ajuda a sala a ser uma equipe, e não um grupo, "A Gracinda de português", essa sim, me deu aula no ensino fundamental e agora no colegial, essa te pega no colo quando chegamos desesperados por conta de redações nos vestibulares (Essa já perdeu o sono, porque lembrou que no ENEM redação com letra de forma, é zerada, e minha letra é assim, quase morreu por lembrar de me avisar isso três dias antes da prova), "O Nelson de filo", o professor que não desiste da turma, você consegue ver amor nos seus olhos, paixão nas suas palavras... Um acolhimento sem fim. E encerrando meus exemplos, termino com "O Geraldo de história" (Tio Ge), esse tem história na vida de muita gente, eu sou um pouco suspeita de falar dele, pois com os anos, criamos vínculos fortes, uma amizade linda e admirada, um profissional que me encantou de todas as formas, me incentivou a querer ser historiadora.
Todos esses, entre outros, ajudaram muita gente a resolver alguns problemas, do que fica, é só lembranças boas, de uma boa companhia entre todos os anos de estudo e convivência, e que boa convivência.
Encerro, agradecendo todos meus professores, por me tratarem tão bem, tirar minhas dúvidas, e me moldar pro mercado de trabalho, e por fazer meus dias na escola valerem a pena. É com o coração na mão, que lembro: Me formo esse ano, não é um adeus, a amizade foi tão intensa, que isso é um até logo...

Por acaso, já agradeceu ao seu professor, por abrir portas pra você? Já disse obrigado a um professor hoje?

Flávia, eu, Geraldo


- Thais

Olá, hospitaleiros

Victor Santos

Olá, hospitaleiros

 
Victor Santos 

Olá, hospitaleiros

 
Victor Santos 

Olá, hospitaleiros

 
Victor Santos 

Olá, hospitaleiros

  
Victor Santos 

A Escola como lugar de hospitalidade

Definindo hospitalidade como um modo privilegiado de relação humana, sobretudo aquela que nos é trazida por outra pessoa, advogamos como responsabilidade ética a tarefa de procurar fazer da escola um lugar de relação, de contato, de diálogo e de sensibilidade. 

A relação de hospitalidade, seja qual for a modalidade que tivermos em referência, pressupõe sempre abertura, respeito e delicadeza. Sendo assim, devemos praticar sempre com o próximo e transformaremos nosso ambiente escolar em um lugar mais digno de se conviver com outras pessoas.

Hoje em dia a escola não é um ambiente agradável de se conviver, mais deveria ser totalmente diferente pois é o lugar que estamos para obter mais conhecimento, mais o  que estamos conseguindo ver é que o bullying está cada vez mais frequente e trazendo mais violência nas escolas.

Saber conviver, com respeito, cordialidade, gentileza e paciência é um ato único e muito harmonioso. Que gera hospitalidade em qualquer maneira de se conviver bem.


-
 Jéssica

DANYELA PEREIRA

domingo, 3 de novembro de 2013

Olá, hospitaleiros ...

                                                                                                                            Victor Santos

sábado, 2 de novembro de 2013

Olá, hospitaleiros ...

Victor Santos
Hospitalidade Comercial ou Profissional

Quando nos encontramos fora de nosso ambiente usual, muitas vezes sentimo-nos solitários. Nesse contexto, a hospitalidade comercial pode vir a servir a preencher esse vazio, uma vez que os estabelecimentos comerciais oferecem certa proteção e os funcionários tornam-se anfitriões. A oferta de acomodação, alimentação e diversão através de troca monetária além de possibilitar as viagens, representam, de certo modo, o quão determinado lugar é hospitaleiro. Percebe-se que a relação de hospitalidade se dá entre pessoas, e sempre gera um ambiente de troca. Atualmente, há grande exigência do cliente pela qualidade na prestação de serviço, que começa antes de tudo pela hospitalidade. 

A hospitalidade comercial, quando autêntica, pode ser entendida como uma possibilidade de atrair e manter clientes dentro de um empreendimento, garantindo a qualidade das relações humanas, uma vez que o serviço prestado é generoso, não desinteressado totalmente (LASHLEY, 2004). Há uma grande polemica sobre autenticidade da hospitalidade em trocas comerciais, mas dizer que não se pode considerar que um hospedeiro comercial se comporta com hospitalidade só pelo fato de ele ser pago por seu trabalho é o mesmo que dizer que não se pode considerar que um médico se comporta com compaixão porque ele é pago pelo serviço que presta (TELFER, 2004). Logo, é possível ser hospitaleiro mesmo sendo beneficiado monetariamente.    

Danyela Pereira



sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Olá, hospitaleiros...





-Victor Santos

Victor Santos

Sem acessibilidade, nada de hospitalidade.

Olá, hospitaleiros....
Pensando no bom acolhimento das pessoas, me veio uma dúvida na cabeça: Se a pessoa precisar de cuidados especiais, e ela não tiver, seria uma falta de hospitalidade?
Depois de muito refletir, percebi que sim, pois faltaria o acolhimento, carinho, e faria com que a pessoa não fosse importante, fazendo-a se sentir diferente, e claro, é uma situação muito desagradável e constrangedora para um portador de necessidades especiais.
Seja num serviço, na escola, ou em parques, todos temos direitos de ir e vir. E lembre-se de uma coisa: Ficar olhando uma pessoa, encarando ela, não importa quem seja, é muito feio, e nada hospitaleiro.
Faça a sua parte, pergunte se a pessoa precisa de ajuda, ajude-a com bom gosto, converse com ela, se comunique, seja carinhoso, além de você se sentir bem, isso pode soar como um grito de "Ei, você não está sozinho, eu me importo, estou do seu lado!", e esses pequenos gestos, podem mover montanhas, e alegrar corações, que mesmo ocultos, estão tristes. Seja a exceção.


' Você já alegrou alguém hoje?









- Thais

Doutores da Alegria - Exemplo de hospitalidade

Quando vemos pessoas doentes e crianças, nos entristecemos muito, e as vezes nos perguntamos "Será que posso fazer alguma coisa por essas pessoas?"

A resposta é sim, você pode fazer algo!
Há muito tempo, existe uma ONG chamada Doutores da Alegria que visam alegrar pacientes, que muitas vezes doentes, perdem sua alegria e sua essência, entrando até em depressão profunda.
O trabalho desses Doutores da Alegria, é deixar vivo cada sorriso nos pacientes, de maneira, que a figura do palhaço seja a principal.
Essa ONG começou nos EUA e ficou muito famosa no Brasil pelo filme Doutores da Alegria, mas não foi o filme que trouxe a ONG para cá, foi o empenho de um brasileiro, que pensou que a ideia daria certo.
Ideias inovadoras,  com intuito nobre visando o bem estar das pessoas. Muito hospitaleiro, certo?
Sim, já que ser hospitaleiro é acolher as pessoas, e surpreende-las.
Não há recompensa maior do que ver milhares de sorrisos, e se sentir importante, porque esses doutores representam uma ponta de esperança na humanidade, e são, sem dúvidas, super-heróis para cada um no mundo.
Deixo aqui, a vontade de cada um falar mais alto, se você não tem condições de fazer um trabalho voluntário, como os Doutores da Alegria, ajude alguma criança, adolescente, adulto ou idoso, que precise de você, e acredite, você vai achar, todos precisam de demonstração de amor...

Mais acessibilidade para pessoas com deficiência

Embratur publica diretrizes do programa Turismo Sem Limites e anuncia edital sobre tema para janeiro



Inclusão social, o melhor exemplo de hospitalidade!

Hospitalidade doméstica

A raiz da hospitalidade em um todo começa em casa, ao receber visitas. Sabemos que a hospitalidade não pode ser guardada, é um fenômeno a ser compartilhado, e como conhecemos a expressão “sinta-se em casa”, devemos ser ótimos anfitriões, e acolher da melhor maneira possível nossas visitas, surpreendendo-as a cada instante.



Origem da hospitalidade


Na Grécia antiga, berço da civilização, aproveitavam-se as festas olímpicas para oferecer hospitalidade aos estrangeiros que, muito bem recebidos, levavam os seus usos e costumes.


Nos tempos Bíblicos, o viajante, tinham seus pés lavados na casa de anfitrião, e ocupava o lugar na mesa da casa; além disso, recebia antes de partir, alguns víveres que lhe permitiam continuar o seu caminho.

Grinover (2002) relata que a palavra hospitalidade teria aparecido pela primeira vez na Europa, provavelmente no início do séc. XIII, calcada na palavra latina Hospitalis. Ela designava a hospedagem gratuita e a atitude caridosa oferecidas aos indigentes e dos viajantes acolhidos nos conventos, hospícios e hospitais. O termo hospitalidade se refere à qualidade de um individuo ou local ser hospitaleiro, ao ato de hospedar, considerando sempre o ponto de vista do hóspede. Todavia, o ato de hospedar e ser hospitaleiro são muito mais complexos que simplesmente receber o visitante; consiste na união, ou melhor, na aproximação de culturas, costumes e pessoas diferentes. Trata-se de uma relação de troca de valores entre o visitado e visitante. 

A hospitalidade, de uma forma geral, pode ser apresentada por diversas formas e por inúmeros fatores e com distintos conceitos e associações tais como: confortabilidade, receptividade, sociabilidade, alimentação, lazer entre outras. Muitos estudiosos entendem que a hospitalidade, assim como a qualidade é subjetiva, sua percepção varia de pessoa para pessoa, e de cultura para cultura, mas é vital sua presença nos meios de hospedagem.

http://www.portaleducacao.com.br/turismo-e-hotelaria/artigos/19153/a-hospitalidade-na-hotelaria

- Victor

O que é felicidade?

Ser feliz está além de possuir algo material, em ter o produto mais caro, ou apenas ter mais do que a pessoa do seu lado. Felicidade não se define, apenas se sente, você pode se iludir que é feliz quando compra algo que há muito tempo deseja, mas a verdadeira felicidade é a explosão de coisas boas que pairam na sua cabeça quando recebe um abraço, um beijo, um sinal de afeto, aquela música que surge no fundo de cada sensação boa que você vivência.
Quando você cuida de alguém, ou quando é cuidado, você enxerga um motivo para estar ali, de pé, sempre em frente. Lembre-se, um simples gesto, pode salvar o dia de uma pessoa.

Você já cuidou de quem você ama hoje?


Hospitalidade é um dos grandes desafios do Brasil para 2014

Olá hospitaleiros, ficaram sabendo dessa?
Espero ter ajudado.





Um começo...

Uma ótima tarde a todos, e um dia iluminado!